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039587C5FFF6FFA1FF2BFB77FBEFF9E8.taxon	description	Ordem Rodentia	pt	Grazzini, Guilherme, Mochi-Junio, Cássio Marcelo, Oliveira, Heloisa de, Pontes, Jaqueline dos Santos, Gatto-Almeida, Fernanda, Tiepolo, Liliani Marilia (2015): Identidade, riqueza e abundãncia de pequenos mamíferos (Rodentia e Didelphimorphia) de área de Floresta com Araucária no estado do Paraná, Brasil. Papéis Avulsos de Zoologia (São Paulo) 55 (15): 217-230, DOI: 10.1590/0031-1049.2015.55.15, URL: http://dx.doi.org/10.1590/0031-1049.2015.55.15
039587C5FFF6FFA1FF2BFB77FBEFF9E8.taxon	description	Brucepattersonius iheringi: O número de indivíduos foi semelhante entre as campanhas e fitofisionomias, e alto quando comparado a Oliveira et al. (2005), Cademartori et al. (2009), Marques et al. (2011) e Vieira et al. (2011), todos em FOM (Tabela 6). O fato do número de capturas entre as fitofisionomias ser similar sugere que a espécie pode não ser muito seletiva quanto à escolha de seu habitat. Na FLONA, todas as 49 capturas da espécie se deram por armadilhas de queda, o que vai de encontro com seu hábito terrícola e reforça a importância da utilização deste tipo de armadilha em estudos de inventários de mastofauna de pequeno porte (Fig. 5 C). Juliomys ossitenuis: Descrita recentemente, com diversos registros no sudeste brasileiro (Costa et al., 2007; Pavan & Leite, 2011). O baixo número de indivíduos na maioria dos locais onde foi capturada sugere que deve se tratar de uma espécie rara, tendo em vista ainda o fato deste ser o primeiro registro da espécie para o estado do Paraná e para a Floresta Ombrófila Mista (Grazzini et al., 2015). Apesar das capturas em armadilhas de queda, a espécie é considerada arborícola (Costa et al., 2007) (Fig. 5 H). Nectomys squamipes: A espécie é comumente amostrada no estado do Paraná e no sul do Brasil (Tiepolo, 2007), e sua presença na FLONA era esperada. Todas as capturas se deram em armadilhas nas margens de brejos ou rios (com exceção de uma captura em armadilha de queda), sendo a maioria delas situada no chão, enquanto que as capturas em árvores a aproximadamente 3 metros de altura sugerem um hábito escansorial além do já conhecido semiaquático.	pt	Grazzini, Guilherme, Mochi-Junio, Cássio Marcelo, Oliveira, Heloisa de, Pontes, Jaqueline dos Santos, Gatto-Almeida, Fernanda, Tiepolo, Liliani Marilia (2015): Identidade, riqueza e abundãncia de pequenos mamíferos (Rodentia e Didelphimorphia) de área de Floresta com Araucária no estado do Paraná, Brasil. Papéis Avulsos de Zoologia (São Paulo) 55 (15): 217-230, DOI: 10.1590/0031-1049.2015.55.15, URL: http://dx.doi.org/10.1590/0031-1049.2015.55.15
039587C5FFF6FFA1FF2BFB77FBEFF9E8.taxon	description	Oxymycterus nasutus: Apenas um registro na área de Regeneração Natural, por armadilha de queda. Este padrão de poucas capturas condiz com o encontrado por Marques et al. (2011), Vieira et al. (2011) e mesmo por Quintela et al. (2012) para as áreas costeiras do Rio Grande do Sul, porém diverge da grande abundância (n = 87) encontrada por Pedó et al. (2010), em área de ecótono entre FOM e Campos Sulinos. Esta informação reforça a observação de Tiepolo (2007), de que se trata de uma espécie com preferência por ambientes campestres e bordas de mata, em detrimento de formações florestais. Destaca-se também o registro de simpatria entre as espécies O. nasutus e O. judex, revelando um novo ponto de contato entre suas populações em áreas planálticas do sul do Brasil (Fig. 5 L). Sooretamys angouya: Presente em todas as campanhas, capturado tanto no solo quanto em árvores, demonstrando a capacidade escansorial já conhecida para a espécie (Cademartori et al., 2002; Cademartori et al., 2009; Marques et al., 2011). Esteve presente nas cinco principais fitofisionomias amostradas na FLONA, porém em maior número na Regeneração Natural. Aparentemente possui plasticidade na utilização de habitats, mas tem preferência por habitats florestais em estado mais avançado de sucessão. Alguns autores registraram a espécie em Floresta Ombrófila Mista do Rio Grande do Sul em associação com as espécies Akodon montensis, Brucepattersonius iheringi, Delomys dorsalis, Oligoryzomys nigripes e Oxymycterus nasutus (Cademartori et al., 2002; Cademartori et al., 2004; Cademartori et al., 2008; Cademartori et al., 2009; Marques et al., 2011; Vieira et al., 2011), o que seria, portanto, uma assembleia muito semelhante com a encontrada na FLONA. Suas principais diferenças, no entanto, se baseiam na ausência de D. dorsalis e na presença e grande abundância de Thaptomys nigrita. A mesma situação foi registrada na Floresta Nacional de Passo Fundo, Rio Grande do Sul, e na Fazenda Monte Alegre, distante cerca de 140 km da FLONA, localidades sob domínio da Floresta Ombrófila Mista (Oliveira et al., 2005; Galiano et al., 2013) (Fig. 5 M).	pt	Grazzini, Guilherme, Mochi-Junio, Cássio Marcelo, Oliveira, Heloisa de, Pontes, Jaqueline dos Santos, Gatto-Almeida, Fernanda, Tiepolo, Liliani Marilia (2015): Identidade, riqueza e abundãncia de pequenos mamíferos (Rodentia e Didelphimorphia) de área de Floresta com Araucária no estado do Paraná, Brasil. Papéis Avulsos de Zoologia (São Paulo) 55 (15): 217-230, DOI: 10.1590/0031-1049.2015.55.15, URL: http://dx.doi.org/10.1590/0031-1049.2015.55.15
